quinta-feira, novembro 24, 2005

Os nossos políticos são uns brincalhões!

O país está em crise. É preciso fazer sacrifícios. Fico muito contente por saber que no Ministério da Justiça a política de austeridade e de sacrifício já começou. Vejam o exemplo da Licenciada, olhem que é só Licenciada, Susana Isabel Costa Dutra.
Abençoada página da Internet!!!!!

Já agora, toda a verdade sobre a vida de um funcionário público, clique aqui.

(recebido via mail, obrigado PN e LM)

7 Comments:

At 11:09 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Isto nem precisa de comentario... Que pais de treta...

 
At 4:15 da tarde, Anonymous Anónimo said...

A entrada da aluna Diana, em Medicina, levou à demissão do ministro dos Negócios Estrangeiros (na foto) e do seu colega do Ensino Superior, enganado por um assessor do primeiro.

Agora é a Kátia Guerreiro, mandatária de Cavaco Silva para a juventude a tentar aceder a uma especialidade – oftalmologia –, para a qual só se entra com excelente nota, a deslustrar o candidato de quem é mandatária.

O PSD precisa de ir à bruxa por causa do curso de medicina.

 
At 4:23 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Pois e Cavaco Silva e a sua falta de isenção e rigor???

Sobre Um mau exemplo para a necessária moralização das reformas:

A acumulação de pensões (funcionário do Banco de Portugal, professor catedrático e primeiro-ministro) num total de 9356 euros, e a aposentação da Universidade Nova para auferir ainda outro vencimento numa Universidade privada, desacredita o esforço para limitar semelhantes exageros.

A sua falta de isenção e rigor:

A imagem que pretendem colar-lhe não é compatível com a mais despudorada ocupação do aparelho de Estado pelos detentores de cartão laranja que atingiu o auge no último período do seu consulado.

Post scriptum - Ver «A amizade é muito bonita».

 
At 4:24 da tarde, Anonymous Anónimo said...

Uma Dívida de Gratidão


Naqueles longínquos anos 80 o Prof. Aníbal Cavaco Silva era docente na Universidade Nova de Lisboa.
Mas o prestígio académico e político que entretanto granjeara (recorde-se que havia já sido ministro das Finanças do 1º Governo da A.D.) cedo levaram a que fosse igualmente convidado para dar aulas na Universidade Católica.

Ora, embora esta acumulação de funções muito certamente nunca lhe tivesse suscitado dúvidas ou sequer provocado quaisquer enganos, o que é facto é que, pelos vistos, ela se revelou excessivamente onerosa para o Prof. Cavaco Silva.

Como é natural, as faltas às aulas – obviamente às aulas da Universidade Nova – começaram a suceder-se a um ritmo cada vez mais intolerável para os órgãos directivos da Universidade.
A tal ponto que não restou outra alternativa ao Reitor da Universidade Nova, na ocasião o Prof. Alfredo de Sousa, que não instaurar ao Prof. Aníbal Cavaco Silva um processo disciplinar conducente ao seu despedimento por acumulação de faltas injustificadas.

Instruído o processo disciplinar na Universidade Nova, foi o mesmo devidamente encaminhado para o Ministério da Educação a quem, como é bom de ver, competia uma decisão definitiva sobre o assunto.

Na ocasião era ministro da Educação o Prof. João de Deus Pinheiro.

Ora, o que é facto é que o processo disciplinar instaurado ao Prof. Aníbal Cavaco Silva, e que conduziria provavelmente ao seu despedimento do cargo de docente da Universidade Nova, foi andando aos tropeções, de serviço em serviço e de corredor em corredor, pelos confins do Ministério da Educação.

Até que, ninguém sabe bem como nem porquê... desapareceu sem deixar rasto...
E até ao dia de hoje nunca mais apareceu.

Dos intervenientes desta história, com um final comprovadamente tão feliz, sabe-se que entretanto o Prof. Cavaco Silva foi nomeado Primeiro-ministro.

E sabe-se também que o Prof. João de Deus Pinheiro veio mais tarde a ser nomeado ministro dos Negócios Estrangeiros de um dos Governos do Prof. Cavaco Silva, sem que tivesse constituído impedimento a tal nomeação o seu anterior desempenho, tido geralmente como medíocre, à frente do Ministério da Educação.

Do mesmo modo, o seu desempenho como ministro dos Negócios Estrangeiros, pejado de erros e sucessivas “gaffes”, a tal ponto de ser ultrapassado em competência e protagonismo por um dos seus jovens secretários de Estado, de nome José Manuel Durão Barroso, não constituiu impedimento para que o Primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva viesse mais tarde a guindar João de Deus Pinheiro para o cargo de Comissário Europeu.

De qualquer modo, e como é bom de ver, também não foi o desempenho do Prof. João de Deus Pinheiro como Comissário Europeu, sempre pejado de incidentes e críticas, e de quem se dizia que andava por Bruxelas a jogar golfe e pouco mais, que impediu mais tarde o Primeiro-ministro Cavaco Silva de o reconduzir no cargo.

A amizade é, de facto, uma coisa muito bonita...

 
At 7:52 da tarde, Blogger Tiago Santos said...

Não percebo porque o cavaco foi pr'aqui chamado!?

 
At 12:53 da manhã, Blogger Dinar Al-Khattab said...

Bem, o que voc|es n\ao sabem e que eu sei ]e que a suposta licenciada, por acaso ]e s]o a filha do ministro.... Os sacrificios que uma filha n\ao faz para ajudar o pai no seu emprego...

 
At 3:45 da tarde, Blogger B. said...

Este último comentário é falacioso como podem ver em:

http://www.mj.gov.pt/sections/informacao-e-eventos/arquivo/jan-jun-2006/nota-contratacao-de/

http://www.dodouro.com/noticia.asp?Action=noticia&id=16674&idEdicao=272&idSeccao=3044

Não estou a dizer com isto que seja um mundo de santidade seja no PS ou PSD mas dar tiros ao lado não serve para nada e ajuda a defender os verdadeiros escândalos.

 

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